Hot Tub Time Machine

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Eu assisti hoje  Hot Tub Time Machine.

O  que é: um grupo de amigos que cansou de sua vida adulta e que precisa de um pouco de

diversão:  Adam (John Cusack) levou um fora de sua namorada;  Lou (Rob Corddry) é o cara

festeiro que não encontra sua festa;  a esposa de Nick controla todos seus movimentos;  e o

nerd obcecado por vídeo games Jacob (Clark Duke) que prefere nem sair de seu porão.

E tiarã: voltar no tempo e corrigir erros ou ao menos tentar. (Spoiler, sorry!!!)

Vale algumas risadas, mas  faltou  um roteiro mais consistente,  e fora os erros de continuidade

que percebi  e que  transforma ele numa produção, digamos assim,  duvidosa….

Anyway, o que gostaria de escrever aqui é que não é a primeira vez que o cinema trata

desse tema e numa delas num filme MUITO MELHOR!  Não viu? Veja!

Em 1998 assisti e me recordo que ficou pouquíssimo tempo em cartaz: Sliding Doors (não

lembro do título pro Brasil). Escrito e realizado por Peter Howitt, grande parte do filme foi

gravado no Metro de Londres. Com Gwyneth Patrow como personagem principal, conta

duas versões do que poderia ter acontecido com ela, no caso de ter chegado em casa mais cedo

pega seu namorado com uma amante em sua cama ou ter chegado mais tarde e continuado sem

saber da traição.

Hoje quando saí do cinema me lembrei  de  Slinding Doors e,  imediatamente fiz a comparação

com Hot Tub Time Machine e mais: trouxe de novo uma questão  que vez ou outra me deparo com ela.

Afinal de contas  esse tal de livre arbítrio existe ou  não?

Ou já está tudo esquematizado feito  pra acontecer como tinha pra ser mesmo?

Quer dizer que o trampo que você não aceitou,  a paixão que você desistiu, o beijo que você não deu, o

amor  que não foi correspondido,  o desejo não saciado , o abraço não dado, a palavra não dita, o

sorriso não  devolvido,  a atenção rejeitada,  o sexo não feito,  etc, etc, etc,… e tudo isso ao contrário

(sim, vejamos o outro lado da moeda também)  era pra ter sido assim mesmo?

Isso é,  você não teria escolha? Mesmo que tivesse feito tudo com tamanha clareza e

discernimento  de que era aquilo exatamente  que você queria, até isso foi uma bobagem, você não

faria nada diferente?

Eu particularmente não gosto de parar pra pensar nisso,  piro.

Porque esses pensamentos passam por questões as quais normalmente temos certos arrependimentos

ou nem tão boas lembranças, por mais que a gente diga que não se arrependa de nada…

Das duas uma: ou a gente senta e vai estudar visita quântica e creio vai ter a resposta ou deixa pra lá

e segue o conselho da grande Clarice Lispector:  ` Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você

não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer

entendimento.`

Hot Tub Time Machine:

Título no Brasil:  A Ressaca

Título Original:  Hot Tub Time Machine

País de Origem:  Canadá / EUA

Gênero:  Comédia

Tempo de Duração: 100 minutos

Ano de Lançamento:  2010

Estréia no Brasil: 04/06/2010

Site Oficial:  http://hottubtimemachinemovie.com

Estúdio/Distribuição:  Imagem Filmes

Direção:  Steve Pink

Citado: Slinding Doors

http://www.youtube.com/watch?v=AIOjwmYR9fw

»

  1. Oi Mônica! Já vi que vamos trocar muitas figurinhas hahahaha eu sempre penso nisso também e resolvo deixar pra lá ‘pra não pirar’…
    dois minutos depois de tomar uma decisão eu começo a ‘viver a decisão não tomada’ e passar a pensar muito naquilo.
    é uma pena que não exista a tal maquina que simule isso né… mas também é ótimo, porque tudo perfeito seria chato demais… nós somos seres humanos, feitos pra errar, aprender, ir lá e dar a cara a tapa de novo!

    Quanto a esse tipo de filme.. ele é bem recorrente mesmo, temos o Click e o Efeito borboleta que também falam dessas coisas, dentre muiiitos outros. Acho que isso mostra como várias pessoas já tiveram essa vontade de voltar e ver ‘como seria’ né?

    Pode deixar que já to te seguindo e vou passar sempre por aqui =]
    Quanto ao blog, o wordpress ta meio doido, mas voltei com meu blog ONTEM rs, depois de largar um outro a muito tempo…. eh ligiabco.wordpress.com

    =)
    bjo é até mais!

  2. Oi Mô! Hj no jornal O metrô estava assim no meu signo: Não ocupe a sua cabeça com problemas, pois eles podem te consumir… apenas deixe a vida fluir e poderá sair-se bem de/em muitas situações… (algo assim pq nao lembro as palavras exatas rs)
    E logo pensei de como estou encarando com naturalidade as tentativas de pular a cerca do Rafael rs… qto mais eu ligo o botão FODA-SE mais ele se aproxima e as coisas voltam ao normal… bem…qdo eu ja esperava pelo pior…e até já dava oi pras mudanças… no fim só vejo nosssos velhos objetivos se realizando…(afinal ja estavam engrenhados…) e continuo a dançar na espiral de escolhas que já cansei de sonhar, mentalizar, compartilhar e me dedicar.. nada muda catastroficamente na vida de uma pessoa se ela manter um minimo de respeito e tranquilidade em seu espirito. E eu já experimentei a baixa sensação de auto-destruição…e pode dar uma falsa sensação de controle….mas não se constrói nada…apenas se recolhe as migalhas da generosidade de boas pessoas e a compaixão dos amigos que nunca hão de te abandonar… agora, livre arbitrio acho q justamente é a consciencia (q todo ser humano devia ter) de suas atitudes e escolhas… (so q o tempo nao é tão linear assim, e por isso as pessoas acreditam tanto em coincidencias) mas a verdadeira consciência esta no espírito de uma pessoa e não em sua mente… que são meros sinais eletricos… só não entendo ate onde vai nosso livre arbitrio em cima de fatores externos maiores…como terremotos, enchentes, tsunamis… bem, talvez nem toda escolha seja tão bem controlada por nós… mas de fato é preciso muito desapego para andar sem direções…é necessario viver num caos completo para nao ser pego pelo destino… e viver no caos seria ruim , por vivermos num esquema de comunidade…de sociedade…de sistemas… e até depender do nosso corpo humano… formados por celulas e orgãos…ou seja…todo um sistema…
    mas a liberdade ainda pode ser alcançada de forma sutil e intocavel… qdo se abstrai das concepções e sentimentos…mas isso seria como viver de “luz” ou apenas se entregar ao “nada”. Oq não não parece tão divertido…e deve ser por isso que nos apegamos tanto a vida e lutamos tanto pra não morrer… (nao acho q seja só pq temos medo do desconhecido, do barqueiro da morte, ou do prometido inferno… ) mas pq a vida é oq impulsiona a evolução de nossa especie…e isto fala mais forte em nós, q qualquer outra concepção. E aliás, Deus nos deu realmente algo precioso, pois podemos nos dilacerar em duvidas ou pirar em teorias…mas nao somos simples espiritos (como baixas entidades ou elementais ou até deuses) que são oq são… podemos ser bom ou maus, tapados ou com senso critico, felizes ou não…e esse equilibrio escondido em cada atomo…é q nos aspira liberdade!

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